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	<title>claudioromero.com.br &#187; Desenvolvimento de Software</title>
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	<description>Artigos, notícias e pensamentos sobre TI. Resultado das andanças diárias pela Web.</description>
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		<title>Livro: User Stories Applied</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 13:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[User Stories]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há pouco tempo li o livro &#8220;User Stories Applied&#8220;, do Mike Cohn, recomendado a mim por Fabrício Paiva. O autor dispensa apresentações para a comunidade Agile, e o material é também de ótima qualidade.
Muito explicativo, e com diversos exemplos da vida real, é o livro de cabeceira para Analistas de Negócio e Gerentes de Produto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Livro User Stories Applied" src="http://www.informit.com/ShowCover.aspx?isbn=0321680359" alt="" width="209" height="269" /></p>
<p>Há pouco tempo li o livro &#8220;<strong>User Stories Applied</strong>&#8220;, do <strong>Mike Cohn</strong>, recomendado a mim por <a href="http://www.svar.com.br/" target="_blank">Fabrício Paiva</a>. O autor dispensa apresentações para a comunidade Agile, e o material é também de ótima qualidade.</p>
<p>Muito explicativo, e com diversos exemplos da vida real, é o livro de cabeceira para <strong>Analistas de Negócio</strong> e <strong>Gerentes de Produto</strong> que trabalham com desenvolvimento ágil.</p>
<p>Especificamente no meu caso, por estar me aprofundando nos estudos e aplicação do Scrum já há algum tempo, gostei muito do conteúdo. Há tempos que procuro um texto mais completo sobre o trabalho e o papel do Product Owner, sendo que em grande maioria os conteúdos disponibilizados na internet e em livros se destinam mais a Scrum Masters ou desenvolvedores de equipes Scrum, descrevendo brevemente o papel do PO.</p>
<p>Fica a dica para os atuais e futuros Product Owners e Scrum Masters. Lembrando que, apesar de fazer referência a Scrum e a XP em suas páginas, o livro não é amarrado a nenhum framework ou metodologia ágil especificamente. Curiosidade: <strong>Kent Beck</strong>, criador do XP, assina o prefácio do livro.</p>
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		<title>O declínio dos métodos ágeis</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 16:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia lendo o blog do James Shore (ele de novo!), me deparei com um artigo intitulado &#8220;The Decline and Fall of Agile&#8220;. Isso me chamou muito a atenção, uma vez que o autor é, declarado, um agilista. Após concluir a leitura, concordei com vários dos argumentos postos. Eis o que considero de principal:
Scrum mal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia lendo o blog do James Shore (ele de novo!), me deparei com um artigo intitulado &#8220;<a href="http://jamesshore.com/Blog/The-Decline-and-Fall-of-Agile.html" target="_blank">The Decline and Fall of Agile</a>&#8220;. Isso me chamou muito a atenção, uma vez que o autor é, declarado, um agilista. Após concluir a leitura, concordei com vários dos argumentos postos. Eis o que considero de principal:</p>
<blockquote><p><strong>Scrum mal aplicado</strong></p>
<p>Não é culpa do Scrum. Desenvolvimento ágil não trata apenas de boas práticas de engenharia. É também sobre o reconhecimento da importância das pessoas no processo de desenvolvimento, formando equipes multidisciplinares, com comunicação em larga escala, constantemente refletindo e melhorando, entregando valor, e mudando planos para melhor aproveitar as oportunidades.<br />
E Scrum inclui todos esses pontos. Diz, por exemplo, para colocar a equipe em um ambiente de trabalho compartilhado. Diz que no final de cada Sprint um produto de valor deve estar pronto para ser entregue, e diz também que a equipe deve se auto-organizar, descobrir impedimentos e removê-los.<br />
Scrum também tem algumas poucas coisas mecânicas a respeito de Sprints mensais e Scrum diário. Coisas triviais comparadas com todo o resto. Mas, infelizmente, é essa a única parte que muitas pessoas adotam. Ciclos rápidos, mas nada daquelas boas práticas que fazem o ciclo rápido ser sustentável.</p>
<p><strong>Você está fazendo errado</strong></p>
<p>Neste momento, há muitas equipes falhando com o desenvolvimento ágil. Esses times estão trabalhando em ciclos pequenos. A crescente freqüência de planejamento deu-lhes um maior controle sobre seu trabalho e eles estão descobrindo e consertando alguns problemas. Eles se sentem bem, e eles realmente parecem mais bem sucedidos do que eram antes.</p>
<p>Mas eles não estão trabalhando em ambientes de trabalho compartilhados, nem enfatizando a necessidade de comunicação de larga escala. Eles não mantêm os clientes por perto do local de trabalho. Eles nem mesmo terminam todas as suas Estórias até o final de cada Sprint, e certamente não utilizam boas práticas de engenharia.</p>
<p>Esses times se dizem ágeis, mas eles estão apenas praticando um tipo de “planejamento freqüente”. Ciclos curtos e capacidade de re-planejar são apenas os benefícios que o desenvolvimento ágil lhe dá. É a recompensa, não o método. Essas equipes pseudo-ágeis estão comendo a sobremesa toda noite e pulando o prato principal, os vegetais. Deixando de lado todo o resto (o &#8216;resto&#8217; realmente ágil), elas estão bem encaminhadas para &#8220;dentes cheios de cáries&#8221;, &#8220;obesidade&#8221; e, conseqüentemente, estão fadados a falhar. No começo se sentem bem, mas isso não dura por muito tempo.</p></blockquote>
<p>Resumindo, pare e pense: você está querendo pular o arroz-com-feijão, os brócolis e a salada, para ir direto a sobremesa? Se sim, você está, como muitos, deturpando os valores defendidos no manifesto ágil, e está no caminho errado.</p>
<p><strong>Metodologias ágeis são tão boas quanto as pessoas que as usam!</strong></p>
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		<title>Escrever software é como&#8230; Escrever!</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 17:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Programador]]></category>

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		<description><![CDATA[Bruce Eckel &#8211; autor da série de livros &#8220;Thinking in Java&#8221;, entre outros &#8211; escreveu esta semana em seu blog no site Artima Weblogs uma artigo a respeito de analogias ao trabalho de desenvolvimento de software.
Por quê precisamos de analogias? Programadores sabem o que estão fazendo, eles programam computdores! E eles sabem o que isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruce Eckel &#8211; autor da série de livros &#8220;Thinking in Java&#8221;, entre outros &#8211; escreveu esta semana em seu blog no site <a href="http://www.artima.com/weblogs/index.jsp" target="_blank">Artima Weblogs</a> uma artigo a respeito de analogias ao trabalho de desenvolvimento de software.</p>
<p>Por quê precisamos de analogias? Programadores sabem o que estão fazendo, eles programam computdores! E eles sabem o que isto significa, simplesmente pelo fato de que eles o fazem.</p>
<p>Porém, para os stakeholders &#8211; gerentes, presidentes, clientes, parceiros &#8211; desenvolvimento de software é um mistério. Eles não estão interessados em saber tudo sobre o assunto, mas querem saber o bastante para fazerem previsões. Precisam então de uma abstração, uma analogia.</p>
<p>Matemática e Engenharia são duas analogias comumente utilizadas. Na primeira tudo pode ser matematicamente provado ou desmentido. Na segunda, o grau de previsibilidade é altíssimo e as técnicas de trabalho são consolidadas e padronizadas. É perfeitamente possível substituir um engenheiro por outro, e ainda assim obter-se resultados similares.</p>
<p>Olhando para tais considerações, identificamos grandes diferenças para os programadores. Mudar um programador significa mudar os resultados.</p>
<p>Segundo Eckel, programadores são &#8211; essencialmente &#8211; <strong>escritores.</strong></p>
<p>Escritores como autores de livros, de novelas, de roteiros. Existem bons e maus escritores, e existem empresas que precisam de ótimos escritores, como também existem aquelas que precisam apenas de escritores, não tão bons assim. E mais, ter um bom escritor <strong>não implica</strong> na produção de um best-seller.</p>
<p>O que o autor defende, em resumo, é que esta analogia não ajuda a aumentar o grau de previsibilidade de o que fazem os programadores, mas, a exemplo da escrita, que é um trabalho artístico, estranho e difícil de medir, ajuda aos stakeholders a entenderem o quanto tal atividade é imprevisível.</p>
<p><strong>Leia o artigo na íntegra clicando <a href="http://www.artima.com/weblogs/viewpost.jsp?thread=255898" target="_blank">aqui</a>.</strong></p>
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